Em Nome do Leitor

Janeiro 31, 2005 às 5:50 pm | Publicado em Media & Jornalismo | Deixe um comentário

http://www.flickr.com/photos/99268036@N00/2883928/ />

Em Nome do Leitor é o título do novo livro de Joaquim Fidalgo. Docente no Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho, Joaquim Fidalgo assina uma coluna no jornal PÚBLICO, onde foi Provedor de Leitores. É desta experiência como provedor que surgiu as bases para o novo livro.

Anúncios

Sete Jornalistas mortos no trabalho vão ser homenageados em Espanha

Janeiro 31, 2005 às 3:38 pm | Publicado em Media & Jornalismo | Deixe um comentário

O Ministro de Trabalho e Assuntos Sociais de Espanha, Jesús Caldera, presidirá hoje a cerimónia de entrega de medalha de ouro – a título póstumo – a sete jornalistas que perderam a vida no exercício da sua profissão. Tudo isso, no dia em que a Federação Internacional de Jornalistas considerou o ano passado como o ano negro para os profissionais da informação, onde despareceram fisicamente 159 jornalistas. Ler Mais

Cobertura Televisiva do 60º aniversário do Auschwitz

Janeiro 31, 2005 às 3:35 pm | Publicado em Media & Jornalismo | Deixe um comentário

Euduardo Cintra Torres observa que a “televisão portuguesa deu bastante atenção ao 60º aniversário do encerramento do campo de concentração de Auschwitz, na Polónia. Mais, pelo menos, do que às comemorações do desembarque na Normandia em 2004. A atenção justificou-se plenamente pelo significado que representa para a história da Europa e da humanidade a industrialização da morte pelo regime nazi”. Ler Mais

Universidade do Minho apela à Abertura do Debate sobre o Processo de Bolonha

Janeiro 31, 2005 às 3:21 pm | Publicado em Media & Jornalismo | 1 Comentário

Numa altura em que se esperava que o debate sobre a uniformização do Ensino Superior na Europa se encontrava em fase bastante adiantada, a Universidade do Minho veio pedir que se abra um verdadeiro debate sobre o assunto, envolvendo todas as partes interessadas no processo. Segue-se as bases do documento que o Departamento de Ciências da Comunicação, em conjunto com a Licenciatura em Comunicação Social, enviou para o Ministério da Ciência e do Ensino Superior.

I. Aspectos processuais

1. O texto do parecer sobre a implementação do processo de Bolonha na área de Ciências da Comunicação, divulgado em Dezembro último através do site do Ministério da Ciência, Inovação e Ensino Superior (MCIES), é assinado pelo respectivo coordenador, Prof. Viegas Soares, docente da Escola Superior de Comunicação Social, com contributos sectoriais de um conjunto de docentes na sua quase totalidade profissionais/docentes do Ensino Superior Politécnico e da mesma escola do coordenador.

2. A designação dos coordenadores de área científica encarregados de elaborar pareceres sectoriais iniciou-se em Maio de 2004. No caso das Ciências da Comunicação, o nome do coordenador só viria a ser formalmente conhecido quando, na segunda metade de Outubro, ele tomou a iniciativa de enviar, através da SOPCOM (Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação) os normativos oficiais do Ministério sobre o assunto, que eram, de resto, já do conhecimento público.

3. Deduz-se, pelas palavras da ministra do sector, que se supunha que cada um dos coordenadores tivesse desenvolvido um “trabalho em rede” com instituições de Ensino Superior, associações e ordens Profissionais (…) “de acordo com os objectivos académicos e em ligação directa com o mercado de trabalho” . Foi de resto isso que se verificou noutras áreas científicas. Ora acontece que, tanto quanto se sabe, o coordenador não trabalhou em rede nem ouviu, por exemplo, nem a Associação científica representativa do sector (SOPCOM), nem tão pouco algumas das mais representativas Universidades e associações profissionais.

4. Esta ausência de consulta dos directamente interessados verificou-se antes, durante e mesmo depois de elaborado o parecer divulgado pelo MCIES, em princípios de Dezembro passado.

II. Análise do documento

1. Do ponto de vista de uma análise externa e formal, o texto não é brilhante: aparenta ter sido cosido com as partes elaboradas no âmbito dos quatro ramos em que foi dividida a comunicação, com estilos e níveis diversos, e insuficientemente revisto.

2. O documento é certamente útil e relevante, sendo susceptível de constituir uma boa base de trabalho, num estudo relativo aos perfis profissionais.

3. De entre as questões que se podem enunciar, merecedoras de um debate que o documento não incorpora, seria de destacar as seguintes:- o texto institui explicitamente uma equivalência entre os dois subsistemas de ensino superior (politécnico e universitário) , ao arrepio da legislação em vigor. Uma questão que esta equivalência suscita é a de saber se, dessa forma, não se opera uma redução da lógica do ensino universitário à lógica do politécnico.- O documento defende para o conjunto dos cursos desta área científica um modelo 3+2 ou 3+1+1. Contudo essa proposta não é fundamentada nem em relação às vantagens que possa ter face a outros modelos alternativos, nem relativamente a si mesma. Acresce que a Declaração de Bolonha, ao contrário do que é frequentemente afirmado, não prevê uma duração padronizada dos cursos, contemplando apenas uma duração mínima de três anos para o 1º Ciclo. – O 1º Ciclo de estudos configurado na proposta levanta interrogações e perplexidades diversas. Assim: de acordo com os normativos do MCIES, este ciclo deve preparar para o exercício de uma actividade profissional, que supõe a dimensão do saber-fazer; mas, ao mesmo tempo, sublinha em vários momentos que as profissões da comunicação supõem uma sólida formação de base . Ou seja: aparentemente, o que se sustenta é que é necessário fazer o que já se procura fazer hoje, mas com menos um ano de duração do curso.- É de temer que uma formação de três anos venha a sacrificar a formação cultural e comunicacional. Por outro lado, e em consequência, é ainda de temer que os cursos lancem para o mercado de trabalho jovens menos maduros e menos preparados, agravando, desse modo, a percepção da incapacidade (se não a inutilidade) dos cursos de ensino superior na formação dos profissionais, que ainda persiste em alguns sectores.- Relativamente ao 2º Ciclo, é de perguntar se não será chegado o tempo de as instituições universitárias, dentro da autonomia científica que lhes assiste e de acordo com requisitos mínimos a definir, poderem adoptar sistemas de formação pós-graduada assentes em modelos mais flexíveis e adaptados ao mundo empresarial e do trabalho, como é, por exemplo, o sistema de unidades capitalizáveis, mediante a frequência de módulos de ensino-aprendizagem não vinculados à lógica dos anos e semestres lectivos.

4. A questão de fundo que o documento escamoteia por completo diz respeito ao problema do financiamento. Os normativos tornados públicos pelo MCIES são, a este propósito, claros: o Estado apenas assegura verbas para o 1º Ciclo. As excepções são os cursos que, por especificidades próprias ou acordos transnacionais, exijam mais anos para formar os respectivos profissionais ou “áreas em que se verifique serem necessários os dois ciclos de formação para o exercício pleno da profissão”. Isto significa, em primeiro lugar, que se agravará um fosso, já hoje em alguma medida existente, entre cursos de primeira e de segunda ou terceira categoria. Significa ainda que, sendo os anos iniciais os de maior disponibilidade para a prossecução da formação académica, mas passando essa formação a ser paga pelos estudantes, o 2º Ciclo tenderá a manter as características que tem hoje. Ora, se conjugarmos isso com o facto de dificilmente se poder inscrever um estágio curricular num 1º Ciclo de três anos, poderemos estar perante um retrocesso face à actual situação.

5. Vale a pena considerar, finalmente, o argumento dos normativos oficiais dimanados do MCIES e assumidos na proposta em apreço, relativo à articulação do quadro português com o dos países da União Europeia. Este é um objectivo certamente louvável e desejável, desde que seja sério. Ou seja, desde que as opções propostas para o contexto português assentem numa análise da situação e das tendências europeias. Ora é confrangedor verificar que a proposta do grupo da Escola Superior de Comunicação Social não insere um único parágrafo acerca desta dimensão. Não há um enquadramento, uma apresentação de dados de situação, uma análise de tendências que pudesse eventualmente suportar uma dada opção.

6. Globalmente, pode dizer-se, em suma, que decorre da proposta apresentada um figurino de cursos que, no essencial, não propõe nada de significativa e qualitativamente diferente da situação actual, com uma não despicienda diferença: encurta-se a duração do 1º Ciclo e, com ela, o financiamento público ao ensino superior. Como dizia recentemente o ex-reitor da Universidade do Porto Alberto Amaral , cortar desta forma no financiamento público é politicamente muito mais fácil do que aumentar propinas. A questão que decorre desta conclusão é simples: melhora o ensino com esta proposta e as consequentes mudanças curriculares? E, ligada com esta, emerge uma outra: ganhará o país?

III. Notas conclusivas

1. O documento em análise apresenta-se como uma proposta insuficientemente sustentada e argumentada, e escandalosamente distante da comunidade académica da especialidade. É um documento de trabalho certamente com a sua utilidade, mas que não pode ser considerado como proposta representativa da área científica a que diz respeito.

2. Com os dados actualmente disponíveis, é censurável o facto de o coordenador para a área de conhecimento de Ciências da Comunicação, ter trabalhado em situação de quase clandestinidade; não ter, tanto quanto se sabe, auscultado de forma aberta e visível a comunidade científica e profissional; e não ter tomado antes, durante ou depois da elaboração do parecer, qualquer iniciativa de debate sobre matéria tão relevante e tão sensível.

3. Sabendo, embora, que se encontra prestes a findar o prazo de consulta pública, mas tendo, por outro lado, em consideração os problemas de natureza processual apontados a este documento e as insuficiências quanto à matéria substantiva, somos de opinião que deve ser lançado um verdadeiro debate, que até agora não foi desencadeado, entre todas as partes directamente interessadas na implementação do processo de Bolonha na área de Ciências da comunicação.

Para mais informações sobre o processo, conferir o site o Ministério da Ciência e do ensino Superior.

Cobertura Televisiva do 60º aniversário do Auschwitz

Janeiro 31, 2005 às 3:18 pm | Publicado em Media & Jornalismo | Deixe um comentário

http://www.denktag.de/denktag2002/denktag2002/77_Remember/images/bildergalerie/gefangene-auschwitz.gif” alt=”Example” />

Eduardo Cintra Torres observa que “a televisão portuguesa deu bastante atenção ao 60º aniversário do encerramento do campo de concentração de Auschwitz, na Polónia. Mais, pelo menos, do que às comemorações do desembarque na Normandia em 2004. A atenção justificou-se plenamente pelo significado que representa para a história da Europa e da humanidade a industrialização da morte pelo regime nazi”. Ler Mais

Ano 2004 leva 159 Profissionais da Informação

Janeiro 31, 2005 às 3:10 pm | Publicado em Media & Jornalismo | Deixe um comentário

O relatório da Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) apresentado em Bruxelas, no passado 18 de Janeiro, é bastante esclarecedor: o ano 2004 foi um ano negro para o mundo do jornalismo. Somente os profissionais da comunicação em pleno exercício das suas actividades, morreram 159.
Para Aidan White, secretário-geral da FIJ, “o aumento da influência dos jornalistas na opinião pública torna-os potenciais alvos para pessoas que se sentem ameaçadas pelas suas reportagens”. Ademais, temos o problema da guerra: na ofensiva militar dos Estados Unidos e da Grã Bretanha no Iraque, foram vários os jornalistas que acabaram por perder a vida, à semelhança do que aconteceu no Afeganistão e em outros teatros de operações. Ler Mais

QUERIA SER UMA TELEVISÃO

Janeiro 31, 2005 às 2:59 pm | Publicado em Media & Jornalismo | 1 Comentário

Uma criança, no íntimo da sua meditação, pediu algo muito especial – “Senhor Deus, queria que me convertesse numa televisão”. Mas, a criança não parou por ali: “queria ter um quarto especial para mim, onde reuno toda a família à minha volta; queria ser levado a sério quando falo, tornando-me no centro de atenção e ser ouvido atenciosamente sem nenhuma interrupção; queria ter a companhia do meu pai, quando chega de trabalho, mesmo estando cansado; queria que a minha mãe me procurasse quando está sozinha e aborrecida e que os meus irmãos brigassem para estar comigo; queria poder divertir a todos os meus familiares, mesmo que, às vezes, não lhes diga nada; queria experimentar a sensação de que deixaram tudo para passar um momento ao meu lado. Senhor, não lhe peço muito: só viver o que vive qualquer aparelho televisor”*.
Ora, este texto nos mostra uma coisa muito importante: quando tiramos o nosso dinheiro para comprarmos uma televisão, muitas vezes, gastamos o nosso próprio dinheiro para esquecermos dos nossos filhos. A televisão, desde que seja bem utilizada, pode ser um aparelho bastante importante para a consolidação democrática e para o aprofundamento cognitivo e cultural das pessoas que vivem numa sociedade mass-mediatizada. Mas, também, pode ser uma arma letal, que aniquila todo o desenvolvimento cultural de uma criança e apresenta manifestações indiscutíveis no próprio posicionamento dos adultos, enquanto agentes da dinâmica social. E dentro de uma família, pode ser um instrumento legitimador da expressão “sozinho no meio da multidão”. Diante do televisor, a família reunida só está ligada através da emissão que assistem, em comum. As pessoas não têm tempo para conversar, porque a voz que se quer ouvir é aquela que vem do outro lado do ecrã. E, muitas vezes, quando falamos, ouvimos um: “shiuuu… não vês que estás a me interromper”. Quando a questão é uma novela das oito ou a transmissão de um grande jogo de futebol, a febre é ainda maior.
Ver televisão não é somente ligar o aparelho televisor que temos em casa e começar a assistir acriticamente o desfile das imagens no pequeno ecrã. Implica saber que este meio de comunicação social funciona segundo regras próprias, muitas vezes – as do mercado -, e que certos conteúdos não são apropriados para todas as idades.
Os pais preocupam-se em mandar os filhos para a escola para aprenderem a ler, a escrever e a saber comportar-se na sociedade. E isto é legítimo, uma vez que todos esses actos são importantes para a afirmação e a integração social de qualquer cidadão, membro de uma sociedade democrática, plural e multicultural. Mas, esquecem de uma outra coisa muito importante: ensinar os filhos a ver televisão. A televisão tem linguagens próprias, cujos códigos precisam de ser conhecidos para poderem ser descodificados.
Porquê que se começou a ensinar as regras de trânsito nas escolas? Porque começou-se a perceber que as crianças passam nos semáforos, mesmo quando a prioridade é dos condutores, correndo o risco de sofrerem acidentes. Atitude certa, esta de começar a ensinar alguns elementos importantes do Código de Estrada aos mais pequenos. Mas, como é que uma criança consome adequadamente os produtos televisivos sem saber o que é importante e o que é supérfluo? Com certeza, sem uma educação adequada nesta matéria, nunca hão-de saber tirar correctamente os proveitos da máquina televisiva.
Mas, há um outro problema, contudo, muito importante: é que os adultos também não sabem ver televisão. Passam horas diante do aparelho televisor a consumir o nada. Muitas pessoas não vêem a televisão porque existe algo que tencionam ver naquele momento, dado tratar-se de algo que consideram importante ou interessante, mas sim, porque o aparelho está ali e, estando ali, é normal rodar o botão e começar a assistir a sequência de imagens que desfilam no ecrã. E não é essa a melhor forma de ver televisão.
Uma educação infantil para a televisão necessariamente tem que passar, antes, por uma postura mais crítica dos adultos perante a potência da televisão. Isso ajudaria os adultos a saber que atitudes tomar em cada situação. O grande desafio não é proibir as crianças de ver televisão. A aspiração maior é ajudar as crianças a ver televisão e ensinar a televisão a estar com as crianças. Fazer chegar às crianças uma televisão educativa, com conteúdos importantes, de forma a que haja um crescimento cognitivo harmonioso entre as crianças e o conteúdo televisivo que consomem, torna-se um imperativo para um campo mais amplo da educação, que é a Edu-comunicação ou a Educação Para os Media.
Sabemos que as crianças não consomem a televisão feita para a camada infantil. Assistem os conteúdos produzidos para os adultos. Assim, na Educação Para os Media, o triângulo Pais, Escola e Media, tendo a Criança no epicentro da problemática, é fundamental. A Educação Para os Media consiste em ensinar as pessoas como consumir os produtos mediáticos e ensinar os media como se chega aos cidadãos. Nesta lógica, a educação para a televisão tem que começar na própria televisão. Caso contrário, os pais e a escola educam e a televisão deseduca.
Ver televisão não é deixar que essa máquina nos torne dependentes dela. Senão, nunca mais estaremos em condições de ensinar aos nossos filhos como é que se vê televisão. Ver televisão é ser selectivo nos conteúdos que consumimos; é poder fechar o televisor quando os conteúdos não favorecem, nem a nossa aparelhagem cognitiva, nem o nosso estado de espírito.
Ver televisão é crer para ver e não ver para crer. Caso contrário, sem nos darmos conta, os nossos filhos acordam, dormem e sonham a rezar a oração: Meu Deus, QUERIA SER UMA TELEVISÃO.
Silvino Évora

* Extracto de uma documento apresentado pelo professor José Luis Aguaded, da Universidad de Heulvas – Espanha – , na Universidade do Minho, perante os alunos do Mestrado em Ciências da Comunicação.

Artigo publicado no jornal Visão News a 09 de Janeiro de 2005.

“A AL JAZIRA NÃO CONTACTA COM OS TERRORISTAS. SÃO OS TERRORISTAS QUE NOS UTILIZAM COMO MEIO” PARA CANALIZAR A SUA MENSAGEM

Janeiro 28, 2005 às 4:50 pm | Publicado em Media & Jornalismo | Deixe um comentário

O canal árabe Al Jazira ocupa um espaço ingrato no seio da informação internacional: por um lado, é acusado de ser a voz da CIA e do Israel; por outro, é acusado de compactuar com os terroristas, quando dá voz a Osama Bin Laden e os seus fiéis. Dima Kathib, correspondente do canal em Hong Kong, desde 2003, afirma: “as críticas são o indício de que estamos a fazer um bom trabalho”.
No entanto, muitos ocidentais acusam a Al Jazira de ter contactos privilegiados com os terroristas, sevindo de porta-voz de um grupo ilegitimado de homens que fazem de tudo para destruir a Civilização Ocidental. A correspondente da Al Jazira em Hong Kong, por seu lado, salienta que o que o canal procura fazer, é dar palavra aos dois lados do conflito, procurando que uns e outros se fazem ouvir. A jornalista vai mais longe ainda:”A Al Jazira não contacta com os terroristas. São eles que nos utilizam como meio”. Ler Mais

HOLOCAUSTO DE AUSCHWITZ CELEBRADO NO CANAL 2

Janeiro 28, 2005 às 4:36 pm | Publicado em Media & Jornalismo | Deixe um comentário

Um importante momento histórico: celebração do sexagésimo aniversário da libertação de Auschwitz, momento em que o Regime Nazista começou a utilizar a música como um instrumento integrande na sua máquina mortífera. Segundo o jornal PÚBLICO, “sobreviventes que foram forçados a tocar nas orquestras organizadas pelos SS contam as suas experiências e, pela primeira vez desde a altura da libertação, foi dada permissão para se ouvir de novo música em Auschwitz. Músicos de todo o mundo prestam o seu tributo a cerca de um milhão e meio de pessoas assassinadas em Auschwitz”. O canal 2 vai celebrar a data com um filme que retracta todo este facto, trazendo elementos novos para a compreensão de uma data histórica em que a humanidade foi confrontada com a “sorte” da morte. Ler Mais

“Até amanhã Camaradas” Ocupa um lugar de destaque nas Séries da Televisão Portuguesa

Janeiro 28, 2005 às 4:20 pm | Publicado em Media & Jornalismo | Deixe um comentário

A grande aposta de Tino Navarro recaiu sobre a obra de “Manuel Tiago”, pseudónimo de Álvaro Cunhal. É considerada a maior série de televisão portuguesa de sempre, contando com uma série de seis episódios de 50 minutos cada. Ao todo, são 300 minutos, que vão envolver 140 personagens. O romance de “Manuel Tiago” estreia, hoje, na SIC. Ler Mais

Página seguinte »

Create a free website or blog at WordPress.com.
Entries e comentários feeds.