Fecham-se as urnas em Cabo Verde

Janeiro 22, 2006 às 9:02 pm | Publicado em Política | Deixe um comentário
Duelo entre PAICV e MpD

 

 

Cavaco vence à primeira

Janeiro 22, 2006 às 8:46 pm | Publicado em Política | Deixe um comentário

O Jornal de Notícias escreve que “o candidato presidencial Cavaco Silva venceu as eleições presidencias deste domingo, segundo indicam as projecções das televisões. Manuel Alegre ficou em segundo e Mário Soares em terceiro. Quer a sondagem da SIC quer a da TVI apontam para uma vitória de Cavaco à primeira volta. No entanto, a sondagem da RTP admite que as eleições presidenciais poderão ter uma segunda volta, uma vez que a projecção da Universidade Católica dá ao candidato Cavaco Silva uma votação entre os 49 e os 54 por cento”. (conferir em www.jn.sapo.pt)

CAVACO VAI MUITO À FRENTE

Janeiro 22, 2006 às 8:40 pm | Publicado em Media & Jornalismo | Deixe um comentário

 DO DIÁRIO DIGITAL
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“Cavaco Silva lidera as primeiras estimativas da noite presidencial, podendo ser eleito à primeira volta. Os dados oficiais do STAPE, com cerca de metade das freguesias nacionais apuradas, Cavaco terá cerca de 55,8%.Na sondagem à boca das urnas emitida pela RTP1, Cavaco Silva terá entre 49% e 54%, sendo seguido por Manuel Alegre e Mário Soares. Jerónimo de Sousa ultrapassa Louçã e Garcia Pereira pode chegar a 1%.Segundo as estimativas da SIC, Cavaco Silva terá entre 50,4% e 54,6%, Manuel Alegre entre 17,7% e 21,5%, Mário Soares entre 12,5% e 16,5%, Jerónimo Sousa entre 6,4% e 8,6%, Francisco Louçã entre 4,1% e 6,3% e Garcia Pereira entre 0,5% e 1%.De acordo com as projecções da TVI, Cavaco terá 56,1%, Manuel Alegre 18,5%, Soares 13,6%, Jerónimo de Sousa 7,6%, Louçã 4,2% e Garcia Pereira 0,4%”. (www.http://diariodigital.sapo.pt)

Sondagens da Presidenciais Portugueses

Janeiro 22, 2006 às 8:25 pm | Publicado em Media & Jornalismo | Deixe um comentário

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Projecção Intercampus/TVI:
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  • Cavaco Silva: 50,0% – 54,8%
  • Manuel Alegre: 18,0% – 22,4%
  • Mário Soares: 11,0% – 15,0%
  • Jerónimo de Sousa: 7,0% – 10,0%
  • Francisco Louçã: 3,0% – 6,4%
  • Garcia Pereira: 0,3% – 1,5%
  • Abstenção: 36% – 39%

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Projecção Universidade Católica/PÚBLICO/RTP/Antena 1:
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  • Cavaco Silva: 49,0% – 54,0%
  • Manuel Alegre: 20,0% – 23,0%
  • Mário Soares: 11,0% – 14,0%
  • Jerónimo de Sousa: 8,0% – 10,0%
  • Francisco Louçã: 4,0% – 6,0%
  • Garcia Pereira: 0,0% – 1,0%
  • Abstenção: 35% – 39%

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Projecção Eurosondagem/SIC:
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  • Cavaco Silva: 50,4% – 54,6%
  • Manuel Alegre: 17,7% – 21,5%
  • Mário Soares: 12,5% – 16,3%
  • Jerónimo de Sousa: 6,4% – 8,6%
  • Francisco Louçã: 4,1% – 6,3%
  • Garcia Pereira: 0,5% – 1,1%

Cavaco Silva pode ser o próximo Presidente da República de Portugal

Janeiro 22, 2006 às 4:36 pm | Publicado em Comunicação e Sociedade, Política | Deixe um comentário

 

Tal como se pode ler na edição on-line do jornal PÚBLICO, “a generalidade das projecções dão a vitória de Cavaco Silva na primeira volta, com um resultado entre os 50 e os 55 por cento.Outro ponto consensual é o segundo lugar de Manuel Alegre, com um máximo de 23 por cento” (informações do www.publico.clix.pt).

Há 33 anos naufragava uma parte de Cabo Verde

Janeiro 20, 2006 às 11:25 am | Publicado em Cabo Verde, Política | 2 comentários

Amílcar Cabral

33 anos depois, a História deu razão a Amílcar Cabral: Cabo Verde, embora sendo um país insular, consegue ter um papel na geografia do mundo, quanto mais não seja, como um país independente. Era num dia como hoje… corria o ano de 1973… Amílcar Cabral tombara gloriosamente na luta para a libertação de dois povos: os guineenses e os cabo-verdianos. Hoje, em memória, Cabral é uma figura presente no imaginário de qualquer cabo-verdiano. Por isso, o povo aprendeu a entoar a voz para dizer “Cabral ca mórri“.

Os que construíram obras como as de Amílcar Cabral, de facto, nunca hão-de morrer. Permanecer-se-ão na mente de todos, do povo humilde aos mais burgueses ou letrados, como uma figura mítica a quem se recorre nos momentos mais difíceis com que a vida nos confronta.

Cabral ca Mórri“. De facto, Amílcar Cabral não morreu. Está presente em cada um de nós. Não no nosso corpo, é claro. Na nossa alma… no espírito de luta do povo cabo-verdiano… no facto de não nos conformarmos com as limitações que um país insular e fragmentado em várias ilhas tem; na nossa ousadia.

Cabral ca Mórri“. De facto, Amílcar Cabral não morreu… se olharmos para a força do povo cabo-verdiano, a florescência da juventude crioula, teremos a plena noção de que “As Crianças São as Flores da Revolução“. Daquela Revolução… a que um dia nos conduziu à liberdade… Era 05 de Julho de 1975… Corria cerca de dois anos depois do desaparecimento físico de Cabral…

No entanto, o pai da libertação deixou, nos cabo-verdianos, uma herança: a persistência, a coragem e a fé no progresso. Oxalá que todos tenham bebido nessa fonte.

Silvino Lopes Évora

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Escreve Liberal que “a notícia horrorizou cabo-verdianos e guineenses. Chocou as consciências de africanos e portugueses. Indignou quantos, em todo o mundo, se situavam no campo da Liberdade dos povos. Foi há 33 anos – a 20 de Janeiro de 1973, Amílcar Cabral foi assassinado em Conakry. Se os enredos que conduziram ao crime ainda hoje estão por esclarecer cabalmente, algo ficou desde logo indesmentível: o miserável acto não anularia a vontade firme dos povos da Guiné e de Cabo Verde de firmar o seu direito inalienável de Independência.
Nascido a 12 de Setembro de 1924, em Bafatá, filho de cabo-verdianos, Amilcar Cabral, engenheiro agrónomo, era/é uma das mais significantes bandeiras de África. A sua luta (e a dos povos com que ele se identifica) merecia/merece o respeito dos que colocam os Direitos Humanos e a Liberdade como fundamentos das suas opções.
Há 33 anos, Cabral foi assassinado. Todavia, Cabral não morreu”.

A democracia cabo-verdiana ficou mais pobre

Janeiro 20, 2006 às 11:09 am | Publicado em Comunicação e Sociedade | 1 Comentário

Virgílio Brandão.

Na crónica que Virgílio Brandão escreveu no jornal digital Liberal, fica claro uma preocupação: será que a democracia cabo-verdiana não ficou mais pobre com essa fraca cobertura mediática que as eleições tiveram? Será que a ausência quase completa da Televisão de Cabo Verde no acompanhamento das propostas dos candidatos não é sinal de alguma doença que a nossa democracia padece? Pelo menos, o texto do autor deixa-nos antever essas preocupações. Um estudo mais aprofundado sobre esta matéria, com certeza, nos daria uma resposta mais acabada. No entanto, não podemos nos esquercer do papel dos media no processo da consolidação democrática. A ausência da cobertura mediática num processo eleitoral é sintoma de alguma enfermidade que precisa de ser rigorosamente diagnosticada e medicada. Pelo menos, tenho a consciência de que a democracia cabo-verdiana ficou mais pobre.

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“Como é possível que o «país-exemplo» das democracias africanas não tenha feito um único debate nos órgãos de comunicação social – rádios e televisão – para que os cidadãos pudessem saber o que os candidatos pensam, quais são os seus objectivos e projectos, que tipo de pessoa(s) se apresenta(m) para os representar? Não há desculpa possível para que isso não tenha acontecido; pois os meios existem e os cidadãos esperavam e mereciam um debate público que fosse além dos comícios, das festas e do tradicional caciquismo
Escrevo este texto a três dias das eleições legislativas e, em verdade, como a maioria dos cabo-verdianos, não sei quais são as grandes linhas de orientação, quais são os programas de Governo dos partidos que se propõem como gestores da coisa pública cabo-verdiana e o que pensam os candidatos X, Y ou Z sobre alguns assuntos estruturantes”.
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Angola abre concurso público para atribuição de licenças de Rádio e Televisão

Janeiro 20, 2006 às 11:00 am | Publicado em Comunicação e Sociedade, Política | 3 comentários
A nova lei de Imprensa que se anuncia em Luanda, no capítulo da responsabilidade, o mais polémico na lei actual, recebe profunda reforma, remetendo-se as condutas criminosas cometidas através da imprensa para a Lei Penal geral e preferindo-se as penas pecuniárias às penas privativas de liberdade.
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HUMAN RIGHTS WATCH ACUSA GOVERNO DE VIOLAR DIREITOS DOS ANGOLANOS
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“As futuras licenças para a actividade de radiodifusão e televisão em Angola vão ser atribuídas por concurso público. O ministro angolano da Comunicação Social, Manuel Rabelais, afirmou, na sexta comissão da Assembleia da República, que foi abolido o monopólio do Estado sobre o exercício da televisão e das agências de notícias, estabelecendo-se, relativamente à radiodifusão sonora e televisiva, o concurso público como o modo privilegiado para o licenciamento da actividade”. Ler Mais

Em Fevereiro, José Rodrigues dos Santos vai comer Cachupa

Janeiro 19, 2006 às 12:01 am | Publicado em Comunicação e Sociedade | 1 Comentário

José Rodrigues dos Santos, pivot da RTP

O pivot da RTP vai estar em Cabo Verde entre os dias 05 e 12 de Fevereiro do corrente ano, a convite do Centro Cultural Português/Instituto Camões, para estreitar laços com os profissionais da informação do arquipélago.

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José Rodrigues dos Santos acha que a informação televisiva em Portugal está melhor

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De acordo com o jornal Expresso das Ilhas, «Rodrigues dos Santos estará na cidade da Praia de 6 a 8 de Fevereiro, onde visitará a Televisão de Cabo Verde e o Instituto Superior de Educação e a Universidade Jean Piaget.
Está previsto igualmente um encontro com os jornalistas residentes na Praia, encontro esse que será aberto ao público.
O visitante português terá um programa semelhante em São Vicente, onde estará de 9 a 10 de Fevereiro. Destaca-se entretanto um encontro com os profissionais da media e uma visita ao Instituto Superior de Estudos Isidoro da Graça (IESIG).
Na sua deslocação ao arquipélago, o jornalista, também escritor, fará o lançamento de duas das suas obras, nomeadamente, “A Filha do Capitão” e “O Codex 632″».

Recordemos que José Rodrigues dos Santos defende que a informação televisiva em Portugal está melhor. Em entrevista ao Ensino Magazine, o jornalista também professor universitário de Ciências da Comunicação mostra-se preocupado com o excesso de cursos da área e reconhece que um pouco de romantismo e sonho dos candidatos à profissão até não é mau.

Melhor Jornalista de África vai ser conhecido em Moçambique

Janeiro 18, 2006 às 2:32 pm | Publicado em Comunicação e Sociedade, Media & Jornalismo | 2 comentários
Liberal noticia que “Maputo acolhe este ano a entrega dos “Prémios para o Jornalista Africano do Ano 2006”, atribuídos pela CNN e a MultiChoice África. Os vencedores destes prémios anuais, agora em décima primeira edição, são distinguidos em cerimónia de gala.
Chris Cramer, director da CNN International, disse estar imensamente “satisfeito pelo facto dos Prémios CNN-MultiChoice para o Jornalista Africano continuarem a movimentar-se pelo Continente, e se realizarem em 2006 na cidade de Maputo. Isto prova o empenho da CNN e da sua associada, a MultiChoice África, no desenvolvimento do jornalismo em África e na expansão desta competição verdadeiramente pan-africana. Estamos certos que esta cerimónia de entrega de Prémios para 2006 será uma das mais memoráveis.” Gana, África do Sul e Quénia já foram palco da entrega destes prémios”.
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