Os media mataram Micheal Jackson, diz Gay Talese

Julho 13, 2009 às 5:40 pm | Publicado em Comunicação e Sociedade | 1 Comentário

“O jornalista e escritor Gay Talese, convidado da Feira Literária Internacional de Paraty (Flip), afirmou que a imprensa foi a responsável pela morte do cantor Michael Jackson. “Acho que ele foi morto pela imprensa’, opinou Talese. ‘Para mim, há cinco anos, Michael Jackson começou a ser envenenado pela imprensa’.

Para o jornalista – que é conhecido como o ‘pai’ do New Journalism (novo jornalismo) -, a mídia cometeu abusos e noticiou como verdadeiras suposições sobre a vida do cantor. ‘Quero saber exatamente, em um texto compreensível, o que Michael Jackson fez. Simplesmente dizer que ele ‘abusou’ de alguém é pouco evidente. Lamento por Michael Jackson’”. [in ReidoPOP]

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‘O poder mediático de Cristiano Ronaldo’

Julho 13, 2009 às 5:33 pm | Publicado em Comunicação e Sociedade | 18 comentários

“A transferência de Cristiano Ronaldo para o Real Madrid provou que o apelo mediático de um jogador faz muita diferença no momento de se investir milhões e milhões de euros. O internacional português nem sequer estreou e já vem quebrando recordes de vendas e arrecadação. Como disse o presidente do clube, Florentino Perez, os 95 milhões de euros retornarão aos cofres madrilenos antes do que muitos imaginam.

Apenas para se ter uma ideia, no dia da apresentação do avançado, 85 mil adeptos pagaram ingresso e assistiram de pé o megaevento no Estádio Santiago Bernabéu. As camisolas 9 de Cristiano Ronaldo esgotaram-se rapidamente nas lojas da capital espanhola. Mais de três mil exemplares foram vendidos em menos de 24 horas a mais de 80 euros”. [in A Semana]

Benfica dá jogo aos cabo-verdianos

Julho 11, 2009 às 7:38 pm | Publicado em Comunicação e Sociedade | Deixe um comentário

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Sendo Cabo Verde um país ‘amante’ do Benfica, a aposta na integração do canal daquele clube no leque dos serviços da Zap TV configura uma aposta certeira. Para Cabo Verde, o Benfica é tão só o clube com maior número de simpatizantes. Assim, neste início da época desportiva em Portugal, proporciona alguma alegria no seio dos simpatizantes do clube em Cabo Verde. Como anuncia o Expresso das Ilhas, neste início da época, o canal do Benfica, distribuído em Cabo Verde, vai começar a emitir alguns jogos do clube. “O primeiro encontro particular, com o Sion, a 12 Julho, o confronto com o Ajax no Torneio de Amesterdão, a 26, e os jogos da quarta pré-eliminatória da Liga Europa, com um adversário ainda a definir”.

Cabo Verde: internet e telemóvel com problemas

Julho 9, 2009 às 10:32 pm | Publicado em Comunicação e Sociedade | Deixe um comentário

“Há vários dias que os serviços móvel e de Internet estão a apresentar anomalias. São disso exemplo os cortes frequentes nas ligações de internet e as dificuldades para efectuar chamadas na rede móvel.

A nível do serviço móvel, mesmo sem efectuar uma chamada, o utente recebe uma mensagem a avisar que o saldo disponível não permite efectuar a ligação pretendida. Em outras ocasiões, o utente recebe a mensagem de que o seu saldo está a esgotar-se, ainda que na respectiva conta tenha uma quantia superior a três mil escudos”. [in A Semana]

Fonte engana ‘A Semana’

Julho 8, 2009 às 9:59 pm | Publicado em Media & Jornalismo | Deixe um comentário

Depois de ter avançado a notícia sobre a ‘morte’ de Luís Romano, levando consigo grande parte de órgãos de comunicação social com foco na lusofonia africana para o erro, o jornal A Semana sentiu-se obrigado a assumir que foi enganado por uma fonte. Destacamos aqui o último parágrafo da notícia do desmentido. “À família de Luís Romano e aos amigos e admiradores que ficaram consternados com esse falso alarme, este diário digital pede sinceras desculpas pelos transtornos causados. Penitenciamo-nos perante todos porque para nós fica a lição, aprendemos mais uma vez hoje o quão traiçoeiras podem ser as fontes….Mesmo na hora de inventar a morte de pessoas que são queridas e admiradas pelos seus compatriotas e amigos. O Luís Romano, nosso amigo, há-de nos perdoar por essa notícia que o manda para a morte antes do tempo”. [in A Seamana ]

O jornal tomou uma atitude digna, que é divulgar o nome da fonte que o enganou. Assim, alguns outros que no futuro queiram enganar jornalistas, passando falsas informações, hão-de pensar mais do que uma vez. Os jornalistas do A Semana ficaram mal na fotografia, mas, tendo avançado com o nome da fonte, este tal de Jorge Martins que, por acaso é fotógrafo, também não ficou com uma boa pose diante da câmara.

CABO VERDE: 34 ANOS DE PARTIDOLOGIA

Julho 5, 2009 às 9:58 am | Publicado em Ponto de Vista | Deixe um comentário

Fosse ser humano, Cabo Verde estaria a tornar-se num país adulto, a quem se exigiria padrões de comportamentos consentâneos com essa fase de vida. Fosse Homem, Cabo Verde completaria hoje 34 anos de idade; fosse ser humano, Cabo Verde estaria hoje a atravessar a sua meia-idade, em que alguns projectos de vida exigir-se-iam que estivessem encaminhados, sob pena de se perderem no esvair do tempo. Não sendo Homem, mas sim um País, Cabo Verde é apenas um Estado adolescente, que muitas vezes dá sinal de infantilidade. Em 34 anos, o País já conheceu dois regimes políticos, o que o transporta para a sua segunda República. Depois de cerca de 500 anos sob o chapéu da colonização portuguesa, a independência chegou em 1975, depois de décadas de batalhas sangrentas na África Lusófona. Os cabo-verdianos, estes, não lutando no seu próprio país – porque ali não se desencadeou uma batalha militar –, tiveram que sair para fora: uns se alinharam com o regime colonial, indo combater contra os irmãos de sangue em Angola e outras paragens; outros se aliaram, nas matas da Guiné-Bissau, aos reivindicadores da autonomia.

Hoje, 34 anos depois de uma guerra que custou a vida a muita gente, verifica-se que muitos indivíduos ainda estão por identificar o verdadeiro sentido da palavra liberdade. Lutando essencialmente a favor de objectivos pessoais a partidários, vê-se que, a nível da organização interna do País, ainda falta um projecto mental de construção idiossincrática do cabo-verdiano como um ser que coloca os objectivos comuns muito à frente dos objectivos pessoais, partidários e de interesses sectários. Em muitos indivíduos, verificam-se comportamentos que indiciam um entendimento algo truncado do que é a coisa pública. Os partidos e os seus simpatizantes tendem, na maioria das vezes, a diabolizar o adversário e os seus militantes. Há uma exacerbação da colonização psicológica dos partidos sobre o comportamento dos indivíduos e, por mais que se procure as causas desse comportamento, apenas identifica-se elementos que jogam papéis catalizadores, não expressando a totalidade da razão do facto.

Em virtude desse comportamento partidológico (ou seja, os partidos dominam o campo psicológico dos indivíduos, sem que o interesse nacional seja colocado acima dos ‘interesses privados’, embora legítimos), o país já pagou algumas facturas e continua a pagar. A última é a Constituição da República de Cabo Verde que, em vias de revisão, tudo acabou em águas de bacalhau, com reais prejuízos para a melhoria da organização do Estado e da Sociedade. Mas, não é só a Constituição que está em causa. Temos vontade de ter um Provedor da Justiça e não conseguimos porque a partidologia é uma força maior do que a nossa capacidade de união para construir um país mais justo; faz-nos falta um Tribunal Constitucional que, para além de ser um órgão especializado na avaliação da constitucionalidade dos diplomas e das acções, actuando como uma instância correctiva de acções e omissões, aliviaria o Supremo Tribunal da Justiça, que seria mais célere em pronunciar sobre determinadas matérias, com vista a assegurar a eficácia da instância judicial. Não conseguimos isso porque temos dificuldades em aceitar, uns dos outros, opiniões contrárias. Por isso, antes de avaliarmos a posição dos outros, vem, em primeiro lugar, a desconfiança. Daí nunca se chegar a entendimentos que nos levam para caminhos que ponham, acima de tudo, os superiores interesses do país. Temos um órgão de regulação dos sector mediático – o Conselho da Comunicação Social – quase inoperacional, que não tem todos os membros colegiais e os que lá estão, para além da vontade de sair, têm o mandato caducado há bons tempos. Mesmo assim, não há confiança entre as organizações partidárias no sentido de estabelecer padrões de funcionamento desse organismo, quiçá partindo para uma nova modalidade de regulação da actividade da comunicação social, alterando o dispositivo constitucional que impõe o Conselho de Comunicação Social como entidade reguladora e partir para um padrão mais institucionalizado de regulação, em que a instituição tem uma sede, com funcionários que trabalham e se dedicam a estudar, a avaliar e a contribuir para melhorar o estado da comunicação social no país. Dou apenas estes três exemplos porque, se não, a lista será infindável. Portanto, só com esses exemplos dá para evidenciar alguns estragos que a partidologia tem feito a Cabo Verde.

Com tudo isso, não quero dizer que não devemos ter partidos, que não devemos militar em partidos, que não devemos defender os nossos partidos. Estes são, com certeza, muito importantes no funcionamento da democracia. Combater a partidologia não significa acabar com os partidos; não significa um retorno ao partido único. Seria um retrocesso com consequências nefastas incalculáveis para o País e para todos nós. Combater a partidologia significa que, num regime de democracia, tem que se identificar os verdadeiros papéis que os actores sociais devem desempenhar, de forma a que os partidos não continuem – tanto um como outro –, em virtude da sua chegada ao poder através da vitória nas urnas, a ser ‘força e guia da nação’. Se continuarmos a ignorar os reais interesses do país, a maturidade democrática de Cabo Verde continua adiada e continuamos, em virtude da nossa má concepção democrática, a ter um país de democracia para os partidos que, em virtude disso, continua adolescente. Por tudo isso, temos que fazer mais por Cabo Verde. Amemos o nosso país. Mas, não é só dizer que se ama porque, isso, todos dizemos. É preciso mostrar que se ama, com actos, acções e intervenções. Todos somos filhos da mesma Ribeira Grande e temos igual direito e dever de fazer mais para o nosso país. Por isso, antes de virem me perguntar o que tenho feito para o meu país, pensem no que poderão fazer para que cultivemos uma mentalidade libertária que nos leva para uma escala superior de organização da nossa sociedade, em que os partidos se transformem em instrumentos para resolver os nossos problemas e não o contrário.

Michael Jackson

Junho 26, 2009 às 6:30 pm | Publicado em Revista NÓS MEDIA | Deixe um comentário

Michael Jackson teve 50 anos para quebrar preconceitos, mudar a concepção da vida, da existência humana, das cores e da própria música. Apesar de todas as controvérsias que marcaram a sua passagem por este mundo, prefiro guardar uma Michael maior, que está acima de pequenas coisas mundanas. Portanto, para mim, fica esta imagem.

DIA DI KRIANSA AFRIKANU

Junho 26, 2009 às 6:07 pm | Publicado em Política | Deixe um comentário

Na dia 16 di Junhu di 1976, la Soweto – Afrika di Sul, milharis di kriansas negru intxi rua, nun marxa ku kuazi 1 kilometru di algen, pa manifesta kontra kualidadi inferior di ses ensinu I PA EZIJI RISPETU PA SES DIREITU DI STUDA NA SES LINGUA MATERNU.

            Matadu ku tiru sentenas di kes kriansa. Mas, manifestason kontinua pa mas 2 simana. Mas di sen pesoa matadu riba kel matansa di manifestason inisial. Mas di mil pesoa fridu.

            Pa omenajia kes ki da ses vida i pa louva koraji di kes manifestanti, Organizason di Unidadi Afrikanu (OUA) stabelese Dia di Kriansa Afrikanu. Desdi 1991 ki Dia di Kriansa Afrikanu sa ta selebradu tudu 16 di Junhu.

            Kantu kes kriansa negru di Afrika di Sul labanta mon pa fla ma es kre studa na lingua ki ses mai nxina-s, na Afrika di Sul era brankus rasista ki ta mandaba i es ta maltrataba diskaradamenti negrus di kel tera la.

            Li na Kabu Verdi, na kel epoka, nu sa ta preparaba pa selebra 1º aniversariu di nos Independensia. Independensia ki ka traze fin di violason di direitus di kriansas kabuverdianu di studa na lingua ki es ta brinka na rua.

            33 anu dipos di matansas di kes kriansa trokadu ezijensia pa es studa na lingua ki es ta papia sima ar ki es ta respira, nos kriansas ten razon di sai na rua pa manifesta pa eziji es mesmu direitu enbora dja ten 34 anu ki nu konkista nos Independensia.

            UNESCO, ku bazi na investigasons sientifiku inisiadu na prinsipiu di anus 50 i atualizadu na inisiu di prezenti dekada, ta afirma ma susesu skolar ta midjora si mininu splikadu na lingua ki el ta ntende midjor.

            Komunidadi Internasional, konvensedu pa es verdadi (alias, evidenti), sienti di se inportansia, stabelese un monti di Konvensons Internasional di dezenvolvimentu di Direitus Umanu ki ta rekonhese direitu di kriansas di ser nxinadu na ses lingua maternu.

            Li na Kabu Verdi ten algen ki ka ta xinti vergonha di fla ma tudu kel la e ka-si. Ma mundu la fora sta dodu, xeiu di marsianus. Ma nu ka meste nos lingua. Ma prublema sta ku nos kriansas – un kanbada di burus, ki ka sa ta prende purtuges (un lingua ton sinplis) !

Alguns di nos Deputadus sta la, armadu na intelijentis, ta diskuti si e ovu o galinha ki parse primeru – istu e, si primeru debe kriadu TUDU kondisons pa kunsa ofisializadu nos lingua o si ofisializason e un di kes kondison inisial pa inpulsiona kriason di otus kondison ki ta alarga uzu di nos lingua.

Ti ki bu purtugunta es Doutus Deputadu kal ki e prejuizu si primeru es ofisializa lingua, es ta tra di ses kaxola difinison di ofisializason ki ta konve-s pa es mostra ma ofisializason e so na fin. Ti ki bu purgunta-s undi ki es atxa kel difinison di ofisializason, es ta komesa ta gagixa. Si bu insisti i purgunta-s si ka ten nenhun tera undi kel inplikason di ofisializason ki es kaba di da-bu ka  verifika desdi primeru dia di ofisializason, es ta atxa ma bu kre xatia-s.

ENTRIMENTIS, ka sa ta nxinadu nos lingua pabia el ka e ofisial i el ka sa ta ofisializadu pabia el ka sa ta nxinadu i pur isu algen ka sabe skrebe-l/le-l. KOITADU DI NOS KRIANSAS KI TA KONTINUA TA TEN NOTAS MARIADU NA SKOLA TROKADU PROIBISON DI NOS LINGUA MATERNU, ti dia ki parse un marsianu pa leba-s pa rua pa es sigi ezenplu di ses irmon di Afrika di Sul na dia 16/06/1976!

 

FORTI ALIENASON!

Marsianu nha Ida padri Nikulau Ferera

Jornalista cabo-verdiano laureado nos Estados Unidos

Junho 11, 2009 às 2:40 pm | Publicado em Media & Jornalismo | Deixe um comentário

Pedro C. by you.

O jornalista cabo-verdiano, Pedro Chantre, foi distinguido nos Estados Unidos com o “Prémio Metcalf”, considerado o maior Prémio de Jornalismo no Estado de Rhode Island. O jornalista foi laureado pela reportagem intitulada “O Passover judaico/cabo-verdiano: uma ligação ao passado”, publicado em Maio de 2008 no jornal The Voice & Herald.

O “Prémio Metcalf” procura distinguir trabalhos jornalísticos que promovam a integração das comunidades, estimulando a diversidade e a inclusão. Desta forma, como anuncia o Visão News, Pedro Chantre procurava, com a reportagem, anunciar “o encontro que um grupo de cabo-verdianos de descendência judaica realizou nas instalações da igreja católica de S. Patrick, na cidade de Roxbury, Massachusetts, para debater formas de preservar memórias da passagem dos hebreus por Cabo Verde. O evento se inseriu nas celebrações do Passover, uma festa com duração de sete dias, em que os judeus em todo o mundo comemoram a libertação dos seus ancestrais da opressão egípcia, há cerca de 3 mil anos”.

Recorde-se que o “Prémio Metcalf” é atribuído, anualmente, no Estado norte-americano de Rhode Island, homenageando o famoso editor do The Providence Journal, Michael Metcalf, que já não se encontra entre nós. O Prémio já vai na sua 18ª edição, tendo o jornal The Voice & Herald  sido distinguido no ano passado. Por isso, este ano apostou forte, submetendo à apreciação do jurado trabalhos de nove jornalistas, entre os quais, Pedro Chantre que se consagrou como um dos vencedores.

Para além da colaboração com The Voice & Herald, o jornalista Pedro Chantre também colabora com o Visão News, um diário electrónico da diáspora cabo-verdiana nos Estados Unidos, que foi fundado pelo antigo director e fundador do jornal A Semana, Jorge Soares.

Jornalismo: substituir o papel pela Internet pode ser mau negócio

Junho 11, 2009 às 2:24 pm | Publicado em Media & Jornalismo | Deixe um comentário

“Os jornais que abandonam as suas edições em papel e passaram a apostar exclusivamente nas edições online podem perder 75 por cento das receitas e também reduzir o número de visitas na Internet, dizem investigadores da Faculdade de Jornalismo da City University de Londres.
Os investigadores estudaram o exemplo de um jornal finlandês – um diário de informação económica chamado “Taloussanomat”, que acabou com a edição impressa em 2007 devido a um declínio do número de leitores e prejuízo.

No trabalho, a que chamaram “tirar o papel das notícias”, os investigadores concluem que, apesar de se acreditar que, se as notícias não existirem no papel, os leitores do papel vão engrossar os números no online, esse pensamento não podia estar mais errado. Isso pode acontecer inicialmente, mas o que se verifica a seguir é um decréscimo no número de leitores online. No acso do jornal económico finlandês o decréscimo de leitores foi de 22 por cento. O estudo apurou ainda que os leitores passaram a desperdiçar 75 por cento menos de tempo no site.

Feitas as contas, o título tinha conseguido reduzir as despesas em 52 por cento, mas diminuiu o investimento em 75 por cento.” [in Público]

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